Mais um pouco de política para divertir você, leitor, durante o carnaval. Sim, eu até tento me divertir, mas nem sempre o divertido de uns é o divertido de outros... Abaixo, entrevista ótima com Roberto Romano no UOL, falando sobre o "perene carnaval" que é a política brasileira.
Especulações livres
21 de fev. de 2009
19 de fev. de 2009
E a luta continua...
... bom, pelo menos na Califórnia.
Enquanto isso, no país do Carnaval... é Carnaval!! Fazer o quê, né?
Enquanto isso, no país do Carnaval... é Carnaval!! Fazer o quê, né?
10 de fev. de 2009
Isso é Brasil
A reportagem abaixo é menos o registro de um caso importante, e mais uma metáfora para parte dos problemas que impedem que o Brasil seja o tão desejado "país sério" que tantos de nós queremos. Uma prisão corriqueira, um motorista embriagado no interior do país. Um procurador do estado, preso enquanto dirigia bêbado, dá uma aula de como a parcela dominante do país (não todos, claro) trata o resto das pessoas, trata o país e exerce suas funções de estado. É uma aula a respeito da sociedade brasileira, infelizmente.
8 de fev. de 2009
Meme (?)
O Didi, do blog LiquiDIDIficador, me indicou para essa brincadeira, então vamos lá:
-Linkar a pessoa que te indicou.
Regras do MEME "6 coisas, 6 links":
-Linkar a pessoa que te indicou.
-Escrever as regras do meme em seu blog.
-Contar 6 coisas aleatórias sobre você.
-Indique mais 6 pessoas e coloque os links no final do post.
-Deixe a pessoa saber que você a indicou, deixando um comentário para ela.
-Deixe os indicados saberem quando você publicar seu post.
1) Não acredito nessas bricandeiras, então vou quebrar a regra e não vou indicar mais 6 pessoas. Como admiro o Didi, vou fazer a brincadeira aqui, pelo menos parcialmente.
2) Quando chego bêbado, de balada, muitas vezes preciso tomar banho, ler jornal, comer, ler emails, entre outras coisas, até conseguir cair no sono.
3) Faz muito tempo que não sei o que é me apaixonar. Às vezes, penso que perdi as esperanças, mas outras vezes, penso que é o que eu mais quero no mundo.
4) Voltei a morar em MG, e descobri novamente todas as razões que me fazem querer sair de lá o mais rápido possível.
5) Tenho um preconceito enorme com pessoas que usam drogas como cocaína, coisa que antes não tinha. Desenvolvi depois de ver bons amigos meus viciados, estragarem suas vidas.
6) Já toquei piano, mas hoje em dia não sei nem ler partitura.
Didi, desculpe não levar a bricandeira adiante, mas é política da casa hahahaa
Bjs
PS: Por que a coisa se chama "meme", alguém me explica?
1) Não acredito nessas bricandeiras, então vou quebrar a regra e não vou indicar mais 6 pessoas. Como admiro o Didi, vou fazer a brincadeira aqui, pelo menos parcialmente.
2) Quando chego bêbado, de balada, muitas vezes preciso tomar banho, ler jornal, comer, ler emails, entre outras coisas, até conseguir cair no sono.
3) Faz muito tempo que não sei o que é me apaixonar. Às vezes, penso que perdi as esperanças, mas outras vezes, penso que é o que eu mais quero no mundo.
4) Voltei a morar em MG, e descobri novamente todas as razões que me fazem querer sair de lá o mais rápido possível.
5) Tenho um preconceito enorme com pessoas que usam drogas como cocaína, coisa que antes não tinha. Desenvolvi depois de ver bons amigos meus viciados, estragarem suas vidas.
6) Já toquei piano, mas hoje em dia não sei nem ler partitura.
Didi, desculpe não levar a bricandeira adiante, mas é política da casa hahahaa
Bjs
PS: Por que a coisa se chama "meme", alguém me explica?
12 de jan. de 2009
Da negação à autosabotagem

Acho espantosa a habilidade que algumas pessoas possuem, a de ignorar coisas, agir como se nada estivesse acontecendo quando o mundo cai à sua volta, ou a simples capacidade de não dizer o que, em determinado momento, seria a única coisa plausível a ser dita. Tal capacidade talvez lhes garanta uma grande dose de paz em seu cotidiano. Entre o conflito e a negação, fazem a opção pela segunda e vivem felizes para sempre. Infelizmente, como em vários âmbitos da minha vida, nunca tive muita opção pela negação. Talvez por falha de caráter, acabo falando bem mais do que deveria, colocando o dedo sempre na ferida, atacando sempre pelo lado mais complicado, expondo-me em demasia. Como é fácil prever, paz de espírito não é meu forte o tempo todo, assim como minha vida não é a mais estável do mundo. Mas uma coisa eu posso afirmar: não vou precisar ficar contando ao meu analista sobre aquelas pessoas que recusei em confrontar a respeito disso ou daquilo; não vou ficar doente segurando coisas que não consegui dizer a quem quer que seja. Mais mundanamente, não vou ficar me perguntando mais se teria sido bom perseguir uma paquera com tal ou qual pessoa. Da minha lista de pessoas que eu poderia ter paquerado, mas não o fiz por diversos motivos, uma a uma estou descobrindo que realmente não havia nada possível de cultivar ali. Ou seja, lição de hoje: realmente vale a pena correr atrás daquela dúvida que fica te perseguindo. Será que julguei mal tal pessoa? Será que deveria ter dado a tal pessoa uma chance, e não dei? Será que há algo mal resolvido entre tal pessoa e eu? As perguntas não te trazem nada, apenas insônia e insegurança. Por outro lado, perseguir tais coisas até o seu desfecho final, seja ele qual for, traz uma paz bizarra, abre espaço no HD, numa metáfora computacional, para outros processos mais interessantes. Nada mais reconfortante do que descobrir que aquela pessoa, aparentemente legal, que você "deixara passar" sem saber por quê, realmente não tinha muito a lhe oferecer. Perceber que opções passadas, sobre as quais você não tinha muita certeza, eram de fato corretas, realmente acrescenta paz. A nova questão que se coloca é: o que fazer com o espaço livre no HD? Além disso, de forma mais auto-reflexiva: por que você se desautoriza tanto, a ponto de não confiar nas suas opções?
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